Como funciona
Valide uma ideia de startup como um bom fundador validaria — e depois entregue.
A Motriz é um workspace de IA que conduz cada ideia por nove perguntas de fundador, do primeiro contexto até um veredito honesto de construir ou parar. Você conversa com um único cofundador; agentes especialistas fazem o trabalho pesado nos bastidores. Quando a evidência diz construir, a spec comprovada vira uma fila de tarefas para agentes de código no seu repositório real.
Ato um — Entenda
As quatro primeiras perguntas transformam uma ideia crua em algo específico o bastante para ser testável. É aqui que a maioria das ferramentas de IA pula direto para gerar código; a Motriz começa onde um fundador começaria.
Pergunta 1
Com o que estamos lidando?
Entenda o terreno para não repetir trabalho que você já fez. Pesquisa existente, um repositório existente ou nada ainda — a jornada parte da sua situação real.
Pergunta 2
Qual é a ideia?
Fixe a ideia nas suas próprias palavras antes de ela ser desmontada. O cofundador faz uma entrevista curta: a ideia em uma frase, para quem ela é e o que essas pessoas fazem hoje a respeito do problema.
Pergunta 3
Quem tem esse problema?
Nomeie as pessoas que sentem essa dor para saber para quem você está construindo. Especialistas em problema e perfil de cliente lapidam o retrato até chegar a um ICP concreto, não a um chute demográfico.
Pergunta 4
O que já existe?
Veja quem resolve isso hoje e onde estão as lacunas reais. Um mapa de concorrentes mantém você honesto sobre por que alguém largaria o que já usa.
Ato dois — Valide
Cada suposição recebe o teste mais barato capaz de derrubá-la. A evidência — entrevistas, cadastros, experimentos — fica pendurada na própria jornada, não no histórico do chat.
Pergunta 5
Como vamos testar?
Decida o que provaria a ideia certa ou errada antes de gastar esforço de verdade. A Motriz desenha um roadmap de validação começando pelas suposições mais arriscadas.
Pergunta 6
O que aprendemos?
Rode os testes e encare o que a evidência realmente diz. Cada resultado entra na jornada como evidência com a qual dá para argumentar — a favor da ideia ou contra ela.
Ato três — Decida & Construa
Pergunta 7
Como isso venceria?
Transforme a evidência em um plano afiado de como isso supera as alternativas — um memo de estratégia, não um palpite.
Pergunta 8
O que construímos primeiro?
Delimite a menor primeira versão que prova a próxima grande suposição. O escopo do MVP é deliberadamente estreito: ele existe para continuar aprendendo, não para impressionar em demo.
Pergunta 9
Construir — ou não?
A hora da decisão. O cofundador prepara tudo — evidências a favor, evidências contra, riscos em aberto — e recomenda um de quatro vereditos honestos: Construir, Validar mais, Pivotar ou Encerrar. Quem decide é você, e cada veredito fica registrado com o raciocínio por trás. Se a resposta for parar, você acabou de ter o fracasso mais barato da sua carreira.
Depois da decisão: o handoff
Quando o veredito é construir, o venture vira um projeto de código. Quatro artefatos viajam para o seu repositório — o PRD, o escopo do MVP, o fluxo de UX e um pacote de evidências que condensa as entrevistas, os experimentos e os vereditos que justificaram o build. Documentos brutos nunca entram no repositório; o cofundador guarda a memória completa.
O escopo do MVP gera as primeiras tarefas, enfileiradas da suposição mais arriscada para a menos arriscada. Agentes de código — Claude Code, Codex ou Ollama Cloud, rodando nas assinaturas e chaves que você já tem — as executam uma a uma ou em worktrees Git paralelas e isoladas, com fluxos de planejar → executar → revisar que repetem até a revisão aprovar. Nada roda até você apertar Run, e cada tarefa nasce conhecendo o venture: a evidência, a decisão, a spec.
Veja a jornada inteira rodar em 81 segundos, ou comece com a sua própria ideia.
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